Arquitetura como exercício crítico: apontamentos para práticas alternativas
O arquiteto e urbanista pode atuar em
diversos segmentos profissionais.
No século XXI, uma das vertentes
aplicadas à arquitetura é aquela relacionada ao mercado, visando o lucro e
sucesso profissional e, na maioria das
vezes, deixando de lado questões de âmbito social.
Estilos como os do programa “Minha
casa minha vida” fornecem habitações aos usuários onde sequer houve um estudo
prévio e uma análise individual para cada caso. Casas e mais casas são
construídas como se seguissem um molde gerado a partir de uma indústria
arquitetônica excludente. Muitos desses projetos não pensam em proporções de
ergonometria, não são tratados os casos excepcionais de cada família. São todos
tratados como mero objeto de mercado, o que diminui o significado da
arquitetura e o papel do arquiteto para com a sociedade.
É fundamental que os novos arquitetos
tentem agora mudar esse quadro. Precisamos estar atentos aos anseios dos
usuários dos espaços, trabalhando para criar espaços gentrificados,
proporcionando uma melhor qualidade de vida.
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